A ESCALAÇÃO

A primeira e maior dificuldade foi a ausência dos dois GOLEIROS. O contratado Rô passou mal horas antes da partida foi vetado pelo Departamento Médico. Já o seu reserva, Carlinhos, precisou ser liberado para resolver problemas familiares. Mas na próxima partida ambos estarão à disposição do Vasco. Sem goleiros, o zagueiro Vinícius se ofereceu para a posição. A torcida, a diretoria e os atletas ficaram apreensivos, até porque Vinícius seria titular na defesa amarela. Mas o zagueiro/goleiro não comprometeu e, inclusive, fez algumas grandes defesas que garantiram o resultado positivo para o Dragão.
Nas LATERAIS a ausência de Léo foi suprida por Rôda, que foi muito bem pelo lado direito. Já na esquerda, uma surpresa: Hominho surgiu como titular, deixando César no banco. Na ZAGA Danny mostrou a que veio e conquistou torcida e diretoria, deve continuar como titular. Seu companheiro deveria ter sido Vinícius, que precisou ir para o gol, ou Tatá, que mais uma vez se ausentou e deve ser punido por indisciplina. Sem opções, o volante Erickson assumiu a posição ao lado de Danny e também fez o papel muito bem.
Nas VOLANTES nenhuma novidade: com o recuo de Erickson para a zaga, Mussum entrou de titular ao lado de Filipe. No MEIO-CAMPO esteve o pulmão do time: Sérgio Pato, que correspondeu às expectativas da diretoria e do clube, por ser a contratação mais cara para esta temporada. Sérgio, ao lado de Arlindo, criaram as jogadas para os quatro gols do Vasco.
No ATAQUE a ausência de Geo irritou a diretoria, haja vista a falta de opções para a posição e o motivo de sua ausência: saiu da concentração para falar com a família, mas resolveu fazer um "pic-nic" que o deixou cansado para a partida. Rui Lucas, mesmo fora da forma física ideal, entrou de frente e aguentou quase toda a partida, deixando, inclusive, a sua marca.
PARECIA FÁCIL
Já aos nove minutos de partida, o Vasco abriu o placar: após troca de passes rápida, Sérgio chuta da entrada da área e abre o placar. Hominho criou muitas jogadas pela esquerda e, numa delas, aos dezesseis minutos, Rui Lucas venceu a defesa e mandou para o fundo das redes: 2x0. A diferença no placar deu mais tranquilidade ao Vasco, que começou a administrar o resultado, tocando mais a bola e diminuindo o ritmo de jogo. A Portuguesa chegou a ensaiar uma reação, mas sempre parava na muralha defensiva do Dragão, composta por Danny, Erickson, Mussum e Filipe. Mas ainda assim algumas bolas passaram, mas lá estava Vinícius para fazer defesas surpreendentes. Nos últimos minutos, o Vasco partiu para cima para matar o jogo: Arlindo, numa arrancada espetacular pela esquerda, passou por toda a defesa e mandou para o fundo das redes: 3x0. E Sérgio, no fim do primeiro tempo, mandou um torpedo de fora da área, sem chances para o goleiro: Vasco 4x0.
AS DIFICULDADES
No intervalo os armadores se mostraram desgastados e precisaram ser substituídos. Arlindo saiu para a entrada de Jackson (que ficou como volante) e Sérgio saiu para a entrada de Wallace (lateral-direito). Dessa forma, Rôda foi adiantado para o meio-campo para puxar o ataque com Rui Lucas. Sem os principais jogadores do meio-campo, o Vasco sentiu muita dificuldade para atacar. As suas únicas peças ofensivas eram Rui Lucas, que é jogador de área e não consegue atuar sozinho na frente, e Rôda, que já estava desgastado do primeiro tempo. Resultado: o ataque quase não funcionou na segunda etapa e o jogo passou a ser ataque contra defesa. Mas o Dragão se segurou bem lá atrás. Vinícius passou a ser mais exigido, mas defendeu o que podia. Os gols adversários só saíram quando a marcação (com 5 homens!) falhou e o atacante luso saiu de frente para o gol. Assim foram dois dos 3 gols adversários. No final da partida ainda entrou César no lugar de Rui Lucas, para reforçar a defesa. Assim os adversários não conseguiram mais nada e o Vasco saiu vitorioso mais uma vez.
A Presidência, junto à Diretoria de Futebol trabalhará para acertar as contratações para essa temporada que se aproxima e deverá marcar mais um amistoso dentro de alguns dias.
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